segunda-feira, novembro 18

Tag: violência contra a mulher

Mulher agredida em carro vai receber R$30 mil do ex-namorado

Mulher agredida em carro vai receber R$30 mil do ex-namorado

Comportamento
Decisão triplica valor fixado em primeira instância Uma mulher agredida pelo namorado, um médico oncologista, deverá receber dele uma reparação de R$ 30 mil pelos danos morais. O homem também foi condenado na esfera criminal e teve de cumprir prisão domiciliar por 4 meses. Ela é policial militar natural de São Paulo e residente em Minas. A jovem, com 20 anos à época, relatou nos autos que ela, o então namorado e um primo do rapaz voltavam de carro da cidade de Andradas, no Sul de Minas. Eles se desentenderam quando o celular do médico sinalizou o recebimento de uma mensagem. Ao pegar o celular para averiguar o conteúdo da notificação, a moça foi agredida pelo parceiro, verbal e fisicamente. Depois de vários golpes, ela foi jogada para fora do carro, na rodovia, de madrugada. A vítima
97% das mulheres já sofreram assédio em transporte público e privado, aponta pesquisa.

97% das mulheres já sofreram assédio em transporte público e privado, aponta pesquisa.

Comportamento
Olhares insistentes, cantadas indesejadas, comentários de cunho sexual, perseguição e até mesmo passadas de mão ou homens que se esfregam no corpo da mulher. Estas são algumas das mais variadas situações relatadas numa pesquisa sobre a violência contra a mulher no transporte. Na pesquisa divulgada pelos Institutos Patrícia Galvão e Locomotiva, em parceria com uma empresa de transporte por aplicativo, 97% das mulheres entrevistadas disseram já terem sido vítimas de assédio em meios de transporte. Outras 71% conhecem alguma mulher que já sofreu assédio em público. Segundo o levantamento, 72% das entrevistadas dizem que o tempo de locomoção entre a casa e o trabalho influenciam na decisão de aceitar um emprego ou permanecer nele. Ainda assim, 46% das entrevistadas não se sentem confiantes
Violência contra a mulher: condenados fora de cargos comissionados

Violência contra a mulher: condenados fora de cargos comissionados

Locais, Radar
Condenadas por violência contra a mulher, com fundamento na Lei Maria da Penha (Lei Federal nº11.340, de 07 de agosto de 2006), não poderão ser nomeados para cargos comissionados no âmbito da Administração Pública direta e indireta, bem como em todos os Poderes Municipais de Pouso Alegre. O projeto de lei de autoria dos vereadores Dr. Édson – PSDB e André Prado – PV foi aprovado pela Câmara e segue para sanção do prefeito. A ideia é que se inicie a vedação a partir da condenação por decisão transitada em julgado até 5 (cinco) anos após o comprovado término do cumprimento da pena. O Projeto de Lei objetiva contribuir para a efetivação dos comandos preventivos, assistenciais, protetivos e punitivos previstos na Lei Maria da Penha, de modo a ampliar as medidas de combate à violência contra