quarta-feira, janeiro 29

Colunas

26 = on cê vai ???

26 = on cê vai ???

Celso Gama, Colunas, Colunistas
(História do Cotidiano - Reminiscências) A maioria das minhas 'histórias' -ao serem por mim trabalhadas- começam com: 'CERTO DIA'... Longe de parecer que eu esteja negligenciando minha criatividade, se bem analisarmos, vamos notar que tudo em nossa vida, começa ou ocorre em um 'Certo Dia'... e assim, quando expurgamos nossas mentes, purificando-as como se ouro fossem ao fundo de uma bateia, podemos notar que em um 'Certo Dia' nos ficou marcado algo que valha a pena recordar e -com este algo em meus objetivos- procuro criar situações que nos levem ao deleite dos meus fiéis leitores, cientificamente desopilando nossas mentes... Então, corroborando minha explicação acima: CERTO DIA... do mês de julho de 2001, meu 'inesquecível' cunhado Luis Carlos Cavalcanti Reis, por mim carinhosamente
A mesa

A mesa

Colunas, Colunistas, Eliana Miranda
Nada é melhor na vida do que uma mesa posta com algumas guloseimas e gente interessante conversando. Nada é melhor do que uma boa e deliciosa conversa. Chega-se aos poucos, tomam-se seus lugares e a princípio uma conversa agitada para se perceber como cada um está levando a vida. Compartilhamos rapidamente alguns sofrimentos e tristezas, mas, por incrível que pareça, trazemos dentro de nós muito mais alegria, risos e brincadeiras. Enquanto comemos vamos “meiando” nossas conversas com os sabores experimentados. Tudo fica mais doce e mais delicado. No princípio tudo é mais paralelo, mas aos poucos, quando começamos a retirar de nossas almas os retalhos que vivemos, a conversa passa a ser o nutrir, o fortalecer, o enobrecer de amizades bem construídas. Risos, engasgos, emoções, gritos,
A importância de uma alimentação saudável

A importância de uma alimentação saudável

Colunas, Colunistas, Dr. Jailson Vieira
O alimento é o principal responsável para o organismo ter um bom desempenho. O nosso corpo precisa diariamente de vitaminas e minerais para funcionar perfeitamente. Um cardápio equilibrado, ou seja, uma alimentação saudável, traz diversos benefícios, tanto para o aspecto físico, quanto para o mental. Além de ter mais disposição e energia, uma pessoa com a alimentação saudável é menos suscetível a ter algumas doenças, como: obesidade, câncer, anemia, diabetes e hipertensão. Uma boa alimentação pode parecer difícil de manter, mas tudo é uma questão de hábito e persistência. Para um primeiro passo em busca de uma vida saudável, avalie a qualidade dos seus pratos. Sendo assim, se a alimentação não for variada, não será fornecida adequadamente a quantidade de nutrientes necessários para que v
Pensão por morte no Regime Geral de Previdência Social

Pensão por morte no Regime Geral de Previdência Social

Colunas, Colunistas, Maristela de Brito
A pensão por morte é um benefício previdenciário destinado aos dependentes do segurado que falecer, aposentado ou não, a contar da data do óbito, com previsão na Lei 8.213/91, e Decreto 3.048/99, do Regime Geral de Previdência Social. Neste sentido, é importante esclarecer que a relação de dependentes e sua classificação é definida pela legislação previdenciária, não cabendo ao segurado a livre escolha dos seus dependentes. O benefício de pensão por morte é devido a cônjuges, a companheira, o companheiro, filhos menores de 21 anos ou inválido, ou que tenha deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave; Pelas regras atuais, o benefício de pensão por morte é pago de forma integral, isto é, equivale a 100% do valor da aposentadoria que recebia o segurado, ou, caso ainda, trabalhas
Os dentes de Feliciano e o falso heroísmo parlamentar

Os dentes de Feliciano e o falso heroísmo parlamentar

Colunas, Colunistas, Igor Prado
Não há que se contestar o avanço dado em 1988 quando o Brasil promulgou a atual Constituição Federal, que instituiu um modelo democrático de Estado no país e deu maior abertura às vozes da sociedade. Por cessar um regime militar autoritário, a Constituição garantiu então um poder maior aos parlamentares, já que são estes que, por receberem a maior quantidade de votos nas eleições, ficam responsáveis por defender as bandeiras do eleitor nos 4 anos de mandato. Acontece que houve, certamente pelo contexto histórico que marcou a criação da Constituição Federal, uma supervalorização do parlamentar. Não é porque teve mais votos na urna que não deve consultar a população durante o mandato, e não é porque conquistou o direito de representar o povo que se pode pegar 157 mil reais do contribuinte
Pare. Silencie. Escute.

Pare. Silencie. Escute.

Colunas, Colunistas, Prof. Dr. Rodrigo Fonseca
Feche os olhos por um momento. O que você ouve? Mais: o que você escuta? Quando estamos privados de um dos cinco sentidos, os outros se mostram mais apurados. Ouvimos sons o dia todo, mas pouco escutamos. O que cada som diz? Ouvimos pessoas o dia todo, mas pouco escutamos. O que cada pessoa diz? A escuta é uma arte. Às vezes falar dói, porque faz com que toquemos em assuntos que preferimos deixar sepultados. Às vezes escutar também dói: para escutar, é preciso se fazer vulnerável para ser tocado pela palavra (ou não palavra) do outro. Escutar é difícil porque exige silenciar. E, em meio à agitação do dia-a-dia, este é um desafio. Não paramos para escutar sequer os sinais do nosso corpo – por exemplo, uma dor de cabeça que é gerada pelo stress e nos diz para desacelerar nossa rotina. Ins
Dos interesses de clã aos interesses de Estado

Dos interesses de clã aos interesses de Estado

Colunas, Colunistas, Igor Prado
Foi o tempo em que, na história, sociedades inteiras eram regidas por um único grupo familiar, denominado clã, que sob a justificativa de divindade do seu sangue ou, ainda, de superioridade da sua raça, se colocava na condição de comandar o destino de milhares. Estes clãs, via de regra, colocavam o interesse da família em primeiro plano, para somente depois debater o que seria bom para a sociedade. Os clãs teoricamente se dissolveram junto com a queda do Estado absolutista,  marcada pela Revolução Francesa em 1789, que arrancou os poderes que estavam concentrados nas mãos do rei para passar à sociedade civil, visando evitar que interesses tão primitivos como os de grupos familiares, se sobrepusessem a um interesse coletivo de liberdade, igualdade e fraternidade. Cá estamos nós, em 2019,
Gastronomia afetiva

Gastronomia afetiva

Colunas, Colunistas, Ronaldo Rossi
Acabei de chegar da feira. Faço isso sempre que posso, onde quer que eu esteja, mesmo que seja simplesmente para passear e tomar um pouco de sol no rosto. Mas hoje foi diferente. Uma imagem me remeteu à tudo o que me fez chegar até aqui. Uma avó com o seu neto de uns 4 ou 5 anos andando e apontando, a banana, o tomate, a mandioca... Isso trouxe à tona uma daquelas memórias afetivas, aquelas que fazem com que muitas outras boas lembranças apareçam em sequência. Diminuí o ritmo e acompanhei por mais alguns metros o caminho dos dois, até que fui contar a eles a minha própria história e de como aquele garoto que ia à feira com a avó todas as sextas feiras se tornou um chef de cozinha anos depois. Esse é o meu primeiro artigo com vocês e exatamente por isso resolvi apresentar essa história.
Novos tempos

Novos tempos

Colunas, Colunistas, Leandro Paiva
Nós tomamos decisões financeiras todos os dias. A decisão financeira que tomamos hoje é diferente da decisão que nossos pais e avós tomaram. Nossos pais não precisavam se preocupar com previdência privada, eles não tinham acesso aos tipos de financiamentos que temos agora. Eles não tinham todos os cartões de crédito e todo esse crédito ao consumidor na ponta dos dedos, ao clicar de um botão. Eles não tinham empréstimos estudantis para possibilitar fazer uma faculdade. E além de tudo isto, vemos outra tendência inegável, os mercados financeiros em todo o mundo se tornaram mais complexos. São os novos tempos. Nem todos os pais se sentem à vontade de falar sobre dinheiro com seus filhos. Sexo, política e religião são temas tabus e nem sempre são discutidos em família. Quando esta primeira ba
Você é ou será um inútil?

Você é ou será um inútil?

Colunas, Colunistas, Leandro Alkimin
Não, a pergunta não é retórica. Pesquisas recentes - inclusive uma foi publicada em periódico de grande circulação - apontam que está surgindo uma nova categoria de pessoas: as inúteis. A evolução tecnológica está provocando uma mudança de paradigma tão grande que muitas profissões estão acabando e muitas outras estão aparecendo e nessa movimentação maluca muitas pessoas ficam de fora. Mas não fica só nisso. Além de inútil, esse contingente simplesmente não será empregável. Muitas pessoas não querem, não irão ou simplesmente não têm condições de se adaptar às novas tecnologias e isso fará com que, por mais experiência que tenham, as empresas não terão motivo para contratá-las. Concomitantemente, o governo também não, pois ele já está muito defasado e qualquer mínima evolução que ocorra no