terça-feira, junho 25

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O que tem a Rússia?

O que tem a Rússia?

Colunas, Colunistas, Leandro Alkimin
Circulou na última semana a notícia de que integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) mandou uma delegação à Rússia fazer sabe-se lá o quê. O fato foi noticiado pela própria imprensa russa e pela nossa também, como por exemplo a página “O Antagonista”. Pois bem. O que chama a atenção em primeiríssimo lugar é a subserviência aos russos. O brasileiro é muito acostumado a falar de “imperialismo americano” mas anda se esquecendo de como é a filosofia de relações exteriores da Rússia: um  país que devasta toda terra por onde passa. Com todo o respeito ao povo russo, com toda a admiração à capacidade do país de se destacar nos ramos militar e aeroespacial, nas ciências e nas artes, convenhamos: o governo russo é absolutamente brutal. Arrasam tudo o que puderem sem misericórdia. E fazem sim d
Caso Sérgio Moro: o mantra dos “fins justificam os meios” no mais recente terremoto político brasileiro

Caso Sérgio Moro: o mantra dos “fins justificam os meios” no mais recente terremoto político brasileiro

Colunas, Colunistas, Igor Prado
O site theinterceptbrasil.com trouxe à luz para sociedade conversas privadas entre o Juiz Sérgio Moro e o Procurador Deltan Dallagnol e, com elas, um terremoto político com potencial de virar de cabeça abaixo a forma como o brasileiro encara a justiça e a política do seu país. O juiz Sérgio Moro realmente foi direto ao ponto e, à margem dos ritos processualísticos que ditam o processo judicial no Brasil, optou pelo mantra de Maquiavel “os fins justificam os meios”, sendo que agora passa a sofrer as consequências disso. Podem dizer que “Moro jamais teria conseguido alcançar os 155 condenados na justiça e os 13 bilhões de reais recuperados da corrupção para os cofres públicos se assim não fizesse”, mas, em casos de grande repercussão, qualquer falha pode ser fatal. No direito mais ainda,
Um cemitério virtual chamado Facebook. Você conhece?

Um cemitério virtual chamado Facebook. Você conhece?

Colunas, Colunistas, Prof. Dr. Rodrigo Fonseca
No final do século XIX, com a criação do cinema, as pessoas se assustaram com a possível eternização dos mortos. Isso porque, naquela época, as pessoas viviam poucos anos e indivíduos filmados e, posteriormente falecidos, acabavam tendo seus filmes exibidos para outras pessoas. Parte do público se assustava ao ver, em movimento, imagens das pessoas falecidas, já que, na época, eram comuns apenas imagens estáticas, isto é, as fotografias e a arte dos pintores que faziam réplicas da realidade. Naquele tempo, imagens em movimento eram consideradas "coisa do demônio", pois as pessoas ainda não compreendiam a evolução da ciência que havia culminado naquela nova forma de registro da realidade. Cem anos depois, na virada do século XX para o século XXI, outro "fenômeno" de eternização dos morto
E PRA QUE LADO FICA O INFERNO?

E PRA QUE LADO FICA O INFERNO?

Colunas, Colunistas
(Que me perdoem os brasileiros) São Pedro, na triagem celeste, perguntou ao americano: - O que é mole, mas na mão das mulheres fica duro? O americano pensou e disse: - Esmalte. - Muito bem, pode entrar - disse São Pedro. Perguntou ao italiano: - Onde as mulheres têm o cabelo mais enrolado? O italiano respondeu: - Na África. - Certo. Pode entrar. Para o alemão: - O que as mulheres têm, com 6 letras, começa por B, termina com A, e não sai da cabeça dos homens? O alemão respondeu: - A Beleza. - Certo. Pode entrar. Para o francês: - O que as mulheres têm no meio das pernas? O francês respondeu: - O Joelho. - Muito Bem. Pode entrar também. E perguntou ao inglês: - O que é que a mulher casada tem mais larga que a solteira? O inglês respondeu: - A cama. - Ótimo. Pode entr
A vida só vale a pena nos finais de semana?

A vida só vale a pena nos finais de semana?

Colunas, Prof. Dr. Rodrigo Fonseca
De certa forma, tentamos contar e dominar ilusoriamente o tempo conforme a urgência dos nossos compromissos. Se há algo prazeroso a ser vivido, queremos que o tempo corra a nosso favor. Mas se há algo ruim, desagradável ou mesmo extremamente difícil para ser resolvido, o ideal seria que o tempo parasse. Assim é organizada a rotina. Planejamos as tarefas, priorizamos suas importâncias e buscamos espaços nas agendas para que tudo possa se encaixar conforme o planejado. O dia a dia funciona como uma banda de música: os instrumentos precisam estar afinados para que a música possa ser tocada com ritmo e harmonia e, principalmente, para que as pessoas possam, ao final da canção, aplaudir o espetáculo. Nas contas do nosso calendário, os dias funcionam como chances que o tempo nos oferece de tra
O fim do Direito

O fim do Direito

Colunas, Colunistas
Assim como já está acontecendo com muitas profissões, o Direito, como nós o conhecemos, desaparecerá e em seu lugar alguma outra coisa vai aparecer. Muitos vêem tal afirmação com ceticismo, mas vamos a alguns fatos que farão com que todos parem para refletir um minuto. Na Medicina, uma das especialidades que está na mira da tecnologia é – incrível – a cirurgia. Abra o “YouTube” digite exatamente o seguinte: “da Vinci robot stitches a grape back together” (sem as aspas) e abra a página que achar mais interessante. O mesmo está ocorrendo na Engenharia ou na Odontologia – imaginem o impacto da “impressão 3D” para os dentistas. Motoristas já estão a caminho da extinção. Questão de tempo. Nos EUA, alguns bancos estão fazendo uso do IBM Watson – a solução de “Inteligência Artificial” (termo con